A FACA reproduz e dissemina a atividade da UAF, convidando todxs compas para se somarem ao evento!
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Não se engane: a famigerada escala 6×1 não é apenas um “modelo de jornada”, ela é a face mais brutal e cruel da exploração capitalista no mundo do trabalho moderno. Ela representa o sequestro da nossa vida, a alienação da nossa existência e o roubo sistemático do nosso tempo em troca de migalhas para sobreviver. É a materialização da lógica perversa de que o trabalhador existe apenas para gerar lucro, enquanto seu corpo adoece, sua mente se esgota e seus sonhos são esmagados sob o peso da produção insana. Por isso, não podemos tratar isso como um simples debate técnico ou uma pauta reformista qualquer.
O Brasil e o mundo do trabalho moderno estão imersos em uma crise profunda de humanidade, onde o “tempo é dinheiro” se converteu em um decreto de morte social para a classe trabalhadora. A escala 6×1, em especial, é o símbolo máximo da opressão patronal: é a engrenagem que gira sem descanso para garantir que o patrão acumule riquezas enquanto o operário só acumula cansaço e dívidas. A imagem do relógio e do trabalhador em silhueta na divulgação não é um acaso estético; é um grito visual que denuncia uma vida vivida em função do serviço, onde o “descanso” é apenas um curto intervalo para recarregar as baterias para a próxima rodada de exploração. Esta não é uma discussão sobre leis trabalhistas, é uma discussão sobre a luta de classes.
Chega de conciliação, chega de aceitar migalhas como vitórias. A União Anarquista Federalista convida todos e todas para uma reflexão que é, antes de tudo, um ato de resistência. Não vamos falar sobre como “melhorar” o capitalismo ou como “humanizar” a exploração. Vamos discutir a lógica perversa do trabalho assalariado e como podemos nos libertar dessa jaula. É preciso romper com a passividade, organizar a resistência nos locais de trabalho e construir as bases para uma vida livre, onde o trabalho sirva às necessidades humanas e não ao lucro de meia dúzia de parasitas. Essa live é um chamado às armas, um ponto de encontro para a construção da consciência e da autogestão de classe.
A luta por uma existência digna não espera. Marque na sua agenda e prepare seu espírito combativo: a LIVE DA UAF acontecerá no dia 16/05/2026, às 15 horas, pelo canal do YouTube @uaf-br. Não se trata de um evento passivo, mas de uma trincheira de debates e da construção coletiva de um futuro sem patrões, sem jornadas que adoecem e sem as correntes invisíveis do trabalho moderno. Traga sua indignação, traga sua força, mas acima de tudo, traga sua vontade de mudar o mundo. Pela nossa liberdade e contra toda opressão do trabalho!
União Anarquista Federalista – UAF Filiada à Internacional de Federações Anarquistas – IFA
Enquanto outros se perguntavam o que fazer no 1º de Maio de 2026, a FACA, em conjunto com a União Anarquista Federalista (UAF) propôs, e a luta aconteceu. Do sul ao norte do Estado, a bandeira preta e vermelha voltou a se erguer onde o sistema gosta de pisar: nos bairros operários, nas fábricas silenciadas pelo medo, nos muros cinzentos da exploração. Mas foi em Cachoeiro de Itapemirim que o chão tremeu de novo. Ali, na terra onde a história não morreu, o anarquismo mostrou que ainda respira fundo – com colagens, panfletos e rodas de conversa que despertaram a classe trabalhadora do torpor eletrônico.
Em Cachoeiro, a bandeira preta e vermelha tremulou novamente. Não como peça de museu, mas como fogo vivo. A FACA esteve lá para lembrar que o fascismo avança, que o Congresso cospe ódio, que as milícias urbanas e os pastores armados querem nos dobrar. Mas a resposta foi a mesma de sempre: organização de baixo para cima, autonomia, rebeldia. Homens e mulheres trabalhadores de Cachoeiro pararam, leram, discutiram. A escala 6×1 foi denunciada. O assédio moral, a inteligência artificial que descarta gente como peça defeituosa, os robôs que roubam o suor – tudo isso foi nomeado, escrachado, enfrentado. A FACA não fala sozinha: ela costura a voz de quem vive do braço.
E enquanto a cidade de Cachoeiro de Itapemirim via a bandeira dupla – preta como a fome que o capital espalha, vermelha como o sangue derramado em pelos Mártires de Chicago – a FACA espalhou sementes também em Vitória, Vargem Alta, Alegre, Piúma, Marataízes, Itapemirim. Mas é no sul capixaba que a chama pegou com mais força, porque lá o povo sabe que a guerra de classes não acabou. Não acabou em 1936, não acabou na ditadura, não acabou agora. A bandeira que tremulou em Cachoeiro é a mesma que tremulará nas próximas batalhas. A FACA não pede licença: ela entra pela porta da fábrica, pelo porto da escola, pelo beco da periferia.
E o 1º de Maio de 2026 foi só o aquecimento. A Federação Anarquista Capixaba está nas ruas, mas precisa de mais braços, mais mentes, mais fúria organizada. Se você quer ver a bandeira preta e vermelha tremulando em cada esquina, se está cansado de patrão, pastor, juiz e robô decidindo sua vida, chega junto.
Filie-se à FACA. Venha construir conosco a única força que pode parar o capital: a classe trabalhadora em pé, armada da sua própria consciência e organização.
Procure a Federação Anarquista Capixaba.
A luta te espera!
Federação Anarquista Capixaba – FACA
Filiada à União Anarquista Federalista – UAF
MARATAÍZES – ESMIMOSO DO SUL – ESALEGRE – ESPIÚMA – ES ITAPEMIRIM – ES CACHOEIRO DE ITAPEMIRIM – ESVARGEM ALTA – ESATO EM CACHOEIRO
Reproduzimos o texto publicado pela União Anarquista Federalista (UAF) em seu site https://uafbr.noblogs.org/ acerca do Primeiro de Maio de 2026:
Por consenso, toda a UAF se articulou em torno da iniciativa proposta pela Federação Anarquista Capixaba (FACA) de realizar uma semana de propaganda e luta com a classe trabalhadora no nosso imenso território brasileiro neste primeiro de maio de 2026.
Procedemos a colagens, panfletagem, rodas de conversa. Relembramos a história do primeiro de maio, destacamos a atual destruição de postos de trabalho, a hiperexploração, o aniquilamento de parte da mão de obra por máquinas, robôs e inteligência artificial. Denunciamos firmemente a continuidade e avanço do fascismo no Brasil. Conversamos sobre a situação sindical e a necessidade de termos associações de trabalhadores que atendam aos interesses dos trabalhadores e não de elites sindicais ou partidos políticos.
Fruto da luta histórica dos trabalhadores e trabalhadoras, destacamos a necessidade da redução da escala 6×1, a redução da jornada de trabalho, conquista de melhores salários e combate contra o assédio moral – hoje uma das ferramentas mais utilizadas para explorar e controlar a classe trabalhadora – seja no setor privado, seja no setor público.
Denunciamos o ódio difuso no Congresso Nacional, no Executivo e Judiciário brasileiros, nas escolas, nas redes sociais, associado ao legado autoritário e à tortura da Ditadura Militar no Brasil, que se soma à crescente militarização da sociedade. Notável na multiplicação de milícias paramilitares urbanas, do agronegócio, de evangélicas, neonazistas e narcotráfico. Tudo isso divulgado impunemente e massivamente pelas empresas de tecnologia. Apoiadoras do culto ao ódio, seja este transmitindo a tortura de animais ou a agressão a moradores de rua.
Nossa ginástica neste 1M-2026, realizada por mulheres e homens trabalhadores, levou esta mensagem de reflexão e ação ao Espírito Santo nas cidades de Vitória, Vargem Alta, Alegre, Piúma, Marataízes, Itapemirim, Cachoeiro de Itapemirim; em Minas Gerais nas cidades de Contagem e Lajinha; no Rio de Janeiro nas cidades de Bom Jesus do Itabapoana e Campos dos Goytacazes; e na Bahia para Mata de São João e Salvador. (Seguem algumas fotos abaixo).
A gente ainda nem começou. Pois não teve início em 01 de maio de 2026 e não terminou em 19 de julho de 1936. Continuaremos trabalhando para criar ferramentas que fortaleçam a classe trabalhadora para construir a libertação da superexploração capitalista, para que a educação promova a fraternidade e que a sociedade conquiste a igualdade.
Sem as pessoas trabalhadoras, sem a classe trabalhadora, a vida no planeta seguirá ameaçada em benefício das elites capitalistas.
Trabalhadorx, exploradx, rebelde sem causa ou com causa: é hora de ocupar as ruas e parar a engrenagem!
A Federação Anarquista Capixaba (FACA) convoca TODXS os militantes da luta direta, os insubmissos, os cansados de pedir licença e os que sabem que a liberdade não se implora — se conquista com a ação direta e a solidariedade de classe.
Primeiro de Maio de 2026. Não será mais um dia de festa patrocinada pelos patrões e pelo Estado. Não será um feriado para descanso vigiado ou para churrasco alienado. Este Primeiro de Maio será o grito na garganta de quem produz tudo e não possui nada. Será o dia em que pararemos as fábricas, os transportes, os serviços, as universidades, as escolas e as cozinhas onde se cozinha a obediência.
A exploração não tira férias. Por que nós tiraríamos?
Enquanto o capital acumula lucros sobre nossas costas dobradas, enquanto a fome e o despejo viram rotina, enquanto a polícia mata e o judiciário absolve — nossa resposta será a desobediência organizada. Chega de migalhas. Chega de reformas que não reformam nada. Chega de esperar o “momento certo” que nunca chega.
Nossa arma é a organização de baixo para cima. Comissões de fábrica, núcleos de bairro, coletivos estudantis, grupos de apoio mútuo, ocupações de terras e moradias. Contra o sindicalismo de pelegos, contra o Estado que nos oprime, contra o patrão que nos suga até o osso — a greve geral! O boicote! A sabotagem pacífica à lógica do lucro! A autogestão!
Neste 1º de Maio, a FACA chama todxs a:
– PARAR o trabalho. Se puder, pare. Se não puder, atrase, atrapalhe, desconecte. Toda engrenagem emperrada é uma vitória. – OCUPAR as ruas, as praças, as portas das empresas. Sem pedir autorização. Sem esperar o sinal verde de quem nunca nos deu liberdade. – ORGANIZAR assembleias populares nos locais de luta. Decidir coletivamente os próximos passos: da paralisia à paralisação, da paralisação à ocupação, da ocupação à autogestão. – EXIGIR nada de quem nada nos deu. Tomaremos o que é nosso: o tempo, o pão, a terra, o teto, a alegria.
Abaixo o sistema que transforma nossa força vital em mercadoria! Abaixo o Estado, o exército, a polícia, os juízes — todos os guardiões da propriedade privada! Viva a luta anarquista! Viva o Primeiro de Maio como dia de insurreição cotidiana!
Nenhum direito sem luta. Nenhuma luta sem risco. Nenhum futuro sem rebeldia.
Venha com sua bandeira negra e vermelha. Venha com sua máscara, com sua coragem e com seus punhos cerrados. Venha com fome de mudança radical.
1º de Maio de 2026 — em cada cidade do Espírito Santo, em cada esquina, em cada local de trabalho: a FACA estará. E você?
Organize-se agora. Faça contato com a Federação e se informe!
A insurreição é um hábito que precisamos recuperar.
Federação Anarquista Capixaba (FACA) – Nenhum deus, nenhum patrão, nenhum Estado, nenhuma fronteira. Pela vida digna HOJE.
A Federação Anarquista Capixaba (FACA), filiada à União Anarquista Federalista (UAF), informa as seguintes datas para atendimentos voltados a orientações jurídicas e sindicais no território dominado pelo estado do Espírito Santo:
09 de abril de 2026 – Guarapari/ES
17 de abril de 2026 – Ibatiba/ES
24 de abril de 2026 – Pedro Canário/ES
Pessoas interessadas em participar dos atendimentos devem realizar agendamento prévio por meio do endereço eletrônico: fedca@riseup.net
A FACA reitera seu compromisso com a prestação de apoio técnico e comunitário no âmbito trabalhista e legal, de forma autônoma e solidária.
A cidade de Cachoeiro de Itapemirim, berço de uma cultura muitas vezes aprisionada pelas elites, ganha um sopro de liberdade e resistência. A União Anarquista Federalista (UAF), em parceria com a Federação Anarquista Capixaba (FACA), lança o projeto Livro Livre: um ponto físico de troca de livros baseado no mais puro princípio do apoio mútuo. Aqui, não há moeda, não há patrão, não há catraca. Deixe um livro, leve outro. É um ato simples, mas profundamente subversivo em um mundo que tenta mercantilizar cada aspecto de nossas vidas e conhecimentos.
Este espaço é mais do que uma estante; é um marco territorial da cultura libertária na cidade. É um convite para que a classe trabalhadora, os estudantes, os artistas e todos os inconformados ocupem esse pedaço da cidade com ideias que o sistema quer ver esquecidas. Ao colocar em circulação livros sobre anarquismo, anticapitalismo, feminismo, ecologia social e história vista de baixo, estamos construindo as trincheiras ideológicas da nossa luta. Cada livro retirado é uma semente plantada; cada livro doado é um tijolo no muro da resistência popular.
Funciona pela solidariedade e pela confiança, valores que o capitalismo tenta destruir diariamente. Se você tem livros pegando poeira em casa, traga-os para ganharem vida nova nas mãos de outros combatentes. Se você busca conhecimento para entender o mundo e transformá-lo, venha buscar. Não se trata de caridade, mas de responsabilidade coletiva com a formação da nossa classe. O projeto Livro Livre vive pela comunidade e para a comunidade, sendo um exercício prático de autogestão e horizontalidade, mostrando que podemos organizar nossa cultura e nossa educação sem esperar permissão do Estado ou dos empresários.
Por isso, conclamamos todos os moradores de Cachoeiro e região: venham conhecer, participem, doem, levem, divulguem. Apoiem essa iniciativa que aquece nossos corações e mentes para a batalha das ideias. O futuro que queremos construir, sem exploração e sem opressão, passa também por gestos como esse. O Livro Livre é nosso, é de quem o fizer. Ocupe a cultura, liberte-se! Viva a UAF! Viva a FACA! Pelo apoio mútuo e pela revolução social!
The “Free Book” is Born: A Point of Anarchist Resistance in the South of Espírito Santo, Brazil.
The city of Cachoeiro de Itapemirim, birthplace of a culture often imprisoned by the elites, gains a breath of freedom and resistance. The Anarchist Federalist Union (UAF), in partnership with the Capixaba Anarchist Federation (FACA), launches the Free Book project: a physical book exchange point based on the purest principle of mutual aid. Here, there is no currency, no boss, no turnstile. Leave a book, take another. It is a simple act, but profoundly subversive in a world that tries to commodify every aspect of our lives and knowledge.
This space is more than a bookshelf; it is a territorial landmark of libertarian culture in the city. It is an invitation for the working class, students, artists, and all nonconformists to occupy this piece of the city with ideas that the system wants to see forgotten. By circulating books on anarchism, anti-capitalism, feminism, social ecology, and history from below, we are building the ideological trenches of our struggle. Each book taken is a seed planted; each book donated is a brick in the wall of popular resistance.
It operates on solidarity and trust, values that capitalism tries to destroy daily. If you have books gathering dust at home, bring them so they can gain new life in the hands of other fighters. If you seek knowledge to understand the world and transform it, come and get them. This is not about charity, but about collective responsibility for the education of our class. The Free Book project lives by the community and for the community, being a practical exercise in self-management and horizontality, showing that we can organize our culture and our education without waiting for permission from the State or businessmen.
Therefore, we call upon all residents of Cachoeiro and the region: come and see, participate, donate, take, spread the word. Support this initiative that warms our hearts and minds for the battle of ideas. The future we want to build, without exploitation and without oppression, also involves gestures like this. The Free Book is ours, it belongs to those who make it happen. Occupy culture, free yourself! Long live the UAF! Long live the FACA! For mutual aid and social revolution!
A Federação Anarquista Capixaba (FACA) convoca todas as mulheres trabalhadoras, transmasculines, não-bináries e homens que se colocam ao lado da classe para ocupar as ruas no próximo 8 de Março. O Dia Internacional da Mulher Trabalhadora não é uma data comercial para flores e parabéns vazios; é um dia de luta, de denúncia e de combate! Lutamos contra um sistema que explora duplamente a mulher: na fábrica, no escritório, no campo e dentro de casa. O capitalismo se alimenta do nosso trabalho precarizado e o Estado, com sua estrutura patriarcal, criminaliza nossas existências e mantém as engrenagens da opressão girando. Por isso, neste 8 de março, nossa resposta será com os punhos cerrados e os gritos de quem não aceita ser subjugada!
Em breve divulgaremos os detalhes do Ato que sacudirá a passividade e denunciará o machismo estrutural que mata, violentada e silencia. Lutamos contra o feminicídio, contra a misoginia, contra a desigualdade salarial e contra a exploração do nosso corpo e do nosso trabalho. Não aceitaremos migalhas! Não aceitaremos políticas paliativas de um governo que defende os interesses dos patrões! A libertação das mulheres será obra das próprias mulheres em aliança com toda a classe trabalhadora organizada, derrubando não apenas o patriarcado, mas o sistema que o sustenta: o capital e seu Estado.
Traga sua raiva, sua coragem, suas faixas e sua disposição para construir, desde já, o poder popular que enterrará este mundo de misérias. Que o 8 de Março seja mais um passo na nossa organização e na nossa luta diária por uma sociedade sem patrões, sem Estado e sem opressão de gênero. A FACA estará na linha de frente, porque sabemos que a luta das mulheres é a luta de todos os explorados. A nossa liberdade será conquistada na rua, lado a lado, com a força de quem não teme a batalha. Até que todas sejamos livres!
Federação Anarquista Capixaba – FACA
English version:
The Capixaba Anarchist Federation (FACA) calls upon all working women, transmasculine people, non-binary people, and men who stand with the working class to take to the streets this coming March 8th. International Working Women’s Day is not a commercial holiday for flowers and empty congratulations; it is a day of struggle, of denunciation, and of combat! We fight against a system that doubly exploits women: in the factory, in the office, in the fields, and inside the home. Capitalism feeds on our precarious labor, and the State, with its patriarchal structure, criminalizes our existence and keeps the gears of oppression turning. Therefore, this March 8th, our response will be with clenched fists and the shouts of those who refuse to be subjugated!
Soon we will release the details of the Action that will shake passivity and denounce the structural sexism that kills, violates, and silences. We fight against feminicide, against misogyny, against the wage gap, and against the exploitation of our bodies and our work. We will not accept crumbs! We will not accept palliative policies from a government that defends the interests of the bosses! The liberation of women will be the work of women themselves, in alliance with the entire organized working class, tearing down not only patriarchy, but the system that sustains it: capital and its State.
Bring your anger, your courage, your banners, and your willingness to build, right now, the popular power that will bury this world of miseries. May March 8th be another step in our organization and in our daily struggle for a society without bosses, without a State, and without gender oppression. FACA will be on the front lines, because we know that women’s struggle is the struggle of all the exploited. Our freedom will be won in the streets, side by side, with the strength of those who do not fear the battle. Until all women are free!
Para garantir a participação de um representante da União Anarquista Federalista (UAF) no Congresso 2026 da Internacional de Federações Anarquistas (IFA), produzimos estas camisas para divulgar a causa e arrecadar fundos para a viagem. O valor é de R$ 70,00 por camisa. Abaixo estão algumas estampas disponíveis.
A entrega para fora da Bahia e do Espírito Santo será feita pelos Correios, com frete pago pelo comprador.
Para as regiões Norte, Centro-Oeste e Nordeste, o Núcleo Sereno Anarquista ficará responsável pela comercialização e distribuição. Os pedidos devem ser feitos pelo e-mail aguaslivres@riseup.net.
Em Salvador, você pode retirar sua camisa na Maloca Libertária ou combinar um local de entrega.
No Espírito Santo, as camisas estarão disponíveis em Vitória e Cachoeiro de Itapemirim, também com a possibilidade de combinar ponto de entrega.
A distribuição no Sul e Sudeste será realizada pela Federação, através do e-mail fedca@riseup.net.
Apoie a causa, o trabalho e a luta por um mundo novo!